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Cultura do Caju

Sem categoria 20 de junho de 2018. Visualizações: 150. Última modificação: 20/06/2018 23:06:01

Quando se pensa que não há solução para os grandes problemas do Semiárido, basta verificar o que está acontecendo com a cultura do caju na região de solos arenosos polarizada pelos municípios de Apodi, Severiano Melo, Itaú, Rodolfo Fernandes, Alto Santo, Tabuleiro do Norte, Potiretama e Iracema. Nessa microrregião do Semiárido os produtores dão exemplo de como conviver com a seca.
Após seis anos de seca, estima-se que a área cultivada com cajueiro anão precoce (vários materiais genéticos lançados pela Embrapa) já aproxime-se de 30 mil hectares. Aos poucos o produtor foi abandonando o cajueiro gigante, que é pouco produtivo e muito susceptível a baixa precipitação, e implantando os pomares de sequeiro com cajueiro anão precoce que, se bem conduzido, começa a produzir com até 18 meses após o plantio.
Durante a última seca, estima-se que cerca de 95% do cajueiro gigante (tradicional) foi dizimado. O produtor que acreditou na tecnologia foi instalando os novos pomares com cajueiro anão precoce e hoje a diferença é gigantesca.
Com o preço da castanha de caju nas alturas, mais valorizada do que camarão, o produtor que acreditou na tecnologia está fazendo a diferença.